Equipe Maranhão Vôlei se prepara para torneios nacionais

Ednéia sabe que terá um papel muito importante na equipe do Maranhão Vôlei que vai disputar a Liga Nacional

Formado por uma base de jogadoras Sub-23, o time maranhense, que se prepara para a disputa da Liga Nacional no fim de julho e para a Superliga Feminina a partir do mês de setembro, já iniciou a preparação visando estes dois torneios nacionais. No entanto, o papel das jogadoras mais experientes será fundamental para o crescimento do time ao longo da temporada.
A central Ednéia, uma das jogadoras mais experientes do elenco do Maranhão Vôlei, reconhece que terá um papel importante não somente dentro de quadra.

"Eu já
joguei em várias equipes sendo a mais velha ou uma das mais velhas. Eu já tenho uma certa experiência com isso. Meu papel é ajudar ao máximo na condição técnica das atletas. Tem que ter paciência [com as mais jovens]. Já passei por isso e sei como é. A gente tem que passar essa força e experiência. Temos que mostrar para elas que elas fazem parte do grupo", disse.
Aos 32 anos, a central, que possui passagens por equipes tradicionais como Minas, Osasco e Pinheiros, não esconde o desejo de superar mais um
desafio em sua carreira: ajudar no crescimento do vôlei no Maranhão. Para isso, é necessário o apoio do torcedor maranhense.

"É um projeto que é muito novo. A gente quer representar o Estado do Maranhão. Queremos expandir o voleibol no Maranhão. Sabemos que é um desafio muito grande. Todas nós estamos bastante motivadas. A vida de atleta é isso. É desafio. Tenho certeza de que vamos lutar com muita garra. Importante pra gente ter o público do nosso lado que isso faz conquistar sets, jogos. Jogar com muita torcida dá mais vibração. A gente está com expectativa muito boa".

Natural de São Paulo, Ednéia sofreu um pouco com o forte calor da capital maranhense nesta primeira semana de treinamentos. No entanto, a central do Maranhão Vôlei acredita que o calor vai se tornar um grande aliado da equipe maranhense ao longo da temporada.

"A gente, que vem lá de São Paulo sofre um pouco, porque lá estava muito frio. Foi um contraste muito grande: do friozão para o calorão. Mas a gente tem que se adaptar. Quando estivermos adaptadas ao calor, vai ser favorável para gente porque os outros times vão sentir o calor e nós já estaremos acostumadas", finalizou.


O Imparcial

09:23 - 05/07/2013






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